segunda-feira, 12 de julho de 2010

Ultimo dia

Começamos nossso ultimo dia util pedalando. Tentando conhecer bairros residenciais, nao tao longe a pedido da entourage, fomos a margem do historico canal Lachine, proximo das eclusas, onde as ciclovias comandam o local. As margens sao tomadas por antigos galpoes industriais restaurados e convertidos a residencias ou novissimos complexos. Seriam proximos do que no Brasil conhecemos por Condominios, porem sem os muros altos e seguranças de terno. No visual parece um pouco com a nossa Mooca, diferente do que vimos do outro lado da cidade, com as casas de telhadinhos e escadinha. O espirito de comunidade civil ainda existe.
E se algo ruim acontecer, nao é dificil encontrar presas em postes especificos caixas vermelhas com botao e auto falante com um ´emergencia´ escrito. Acredito que nao devem ser tao utilizadas assim.
A vida é calma e todos, dizemos uma vez mais, se exercitam sem muito pesar. Seja correndo, caminhando, pedalando ou fazendo ioga nas praças.
Deixamos as Bixi e andamos um pouco pelo famoso antigo cais da cidade. Com eventos, restaurante finos e comercio. O Cirque de Soleil estava desmontando sua grande tenda amarela.
Caminhando subimos para o centro velho, onde as vielas a la Paris medieval sao tomadas por artistas de todos os estilos. Desde de caricaturas feitas na hora por dez dolares até fotografias e telas com o artista trabalhando ao vivo. So nao pode tirar fotos dele.
Passamos uma vez mais pela frente da Notre Dame. O trabalho nas ruas, quebrando o asfalto e cavando algO, nao param nunca.
E uma revista pela movimentada Ste. Catherine fecha nossa viagem na bela Montreal.

Chegaremos em Cumbica dia 14, no voo 861 da United por volta das 8 e meia. Isso se der tudo certo nos USA, torçam para que a fila esteja pequenina.

Amanha iremos de onibus até o aeroporto que é bem afastado do centro
.
Beijos e abraços aos que nos acompanharam durante toda presepada.

Yitz voltaria o quanto antes. Até o primeiro carro já encontrou - Mini antigo.
Quel voltaria, mas preferiu a parte inglesa.
Jonh ficou quieto, ou melhor.... falou credo.

domingo, 11 de julho de 2010

Europa e Olimpiadas

Domingo. Nao fomos a Igreja, a demora a levantar atrapalhou. Mas ainda temos dois dias inteiros de viagem, vamos aproveitá-los entao.
De Bixi fomos a regiao ao lado do Mont Royal onde se pode dizer fica a Little Portugal de Montreal. A historia fala que é parte do antigo bairro judeu, mas nao encontramos nenhuma sinagoga a vista. O lugar na verdade tem todos os europeus juntos, especialmente hoje uniformizados de laranja ou vermelho e amarelo.
Fomos a um restaurante/cafe brasileira que haviamos visto na tv. Serviço meio simples e demorado e o preço bem desproporcional para salgados e guarana. Pedalando ainda fomos mais longe, nisso a Quel queria encontrar um lugar para assistir a final da Copa, mas ainda faltava duas horas, chegamos ao Parc de Lafontaine, talves o principal da cidade. De tanto calor vimos uma senhora se jogar no lago e sair dele tao rapido quanto havia entrado, trocar de roupa e continuar sua caminhada.
Fomos tambem pedalando ao Parque Olimpico, quase uma Memorial da America Latina, arido e vazio. Bem estranho no contexto da cidade. Dizem que tambem mal visto. Mas nao subimos na torre, assim como nao vamos em mais nenhuma atraçao devido a certos´membros da entourage.

Com o campeao do mundo declarado, VIVA ESPANHA. INIESTA E CASILLAS!! Regressamos a area portuguesa que agora estava tomada por espanhois orgulhos e festeiros. Fecharam a rua e em frente ao Centro deles, fizeram a festa. Com direito a vuvuzelas e bandeirolas. Todos estavam felizes.
Mas como ha os que nao gostam de festa estamos de volta aos parques, melhor que no quarto do hotel. Quel lendo, Jonh jogando e Yitz ouvindo o batuque de uma festa no sopé do Mont Royal... logo ali.

Nossa noite pode ser prevista. Iremos ao Mc, e talves em alguma lanchonete. E talves uma passada a livraria depois.

Amanha é nosso último dia por aqui. Praticameeeeente um dia livre.
Talves o destino nos indique algo: Bixi.

O protetor solar... A culpa é da Quel. E ainda mais de todos os tres pois visto o sol intenso e inexplicavel já em Toronto... nao compraram nenhum. Mas as mangas e colarinhos negros ficaram bem engraçados. Marcaram a viagem.
Até os canadenses alvissimos andam vermelhos pela rua... O sol foi supresa para todos.

sábado, 10 de julho de 2010

Bixi nas canelas.

Bixi. Esse nome meio que resume nosso dia. Meio barato e simples de transporte do verao de Montreal. Bicicletas por tarifas minimas e estaçoes dispostas em toda a cidade. No principio Quel ficou um pouco receosa de andar pelas ruas de bicicleta...mas logo se acostumou. Talvez pelo fato de ao inves de ruas, o meio de transporte planejado para todos os dias, fomos as ilhas do Rio Sao Lourenco. Que a proposito é majestoso, de correnteza e ondas selvagens em pleno nucleo urbano.
Passamos pelo Habitat 67, na Cite du Havre, um complexo habitacional que ainda é referencia mundial de vanguarda. E conhecemos na primeira ilha o parque Jean Drapeau. Muita mata, bancos e sombras e como todos os canadenses, gente se exercitando no sabado de sol. Hoje dentre do perimetro do parque varios festivais aconteciam, entre eles o Festival Cambojano, que fazia parte de varias semanas do Festival do Mundo. Foi lá que encontramos os primeiros brasileiros em Montreal. Era uma familia de paulistas a dez anos por aqui que faziam parte das barracas do Brasil. Paramos duas vezes na barraca delas, em uma delas comemos coxinha com gostinho da dos bares brasileiros.
Fomos a ilha do Casino onde é realizada o GP de Formula 1 de Montreal. De bixi demos uma volta inteira no circuito. Jonh se realizou.
Depois de conhecer as ilhas, as festividades e os esportes voltamos a ilha de Montreal, sim...a cidade fica em uma ilha.
Subimos o Mont Royal. Quase um corcovado. O cansaço quase venceu a Quel mas conseguimos avistar a bela Montreal do alto. Seria uma boa construir um bonde, as escadas sao muitas.
Belo dia, quente. E o maior erro da viagem cada vez mais agravado: cade o protetor solar!!!
Ate amanha... Domingo, tentaremos ir a Igreja Anglicana proxima da Gare Centrale.

Bonjour e Chuva.

Montreal, assim como Toronto, é uma cidade em construçao e reconstruçao. Com aspectos mais proximos as cidades brasileiras: Mais carros nas ruas, mais variedade de tipos de gente - entendem, o esteriotipo canadense esta longe da maioria - e há mais cara urbanoide. E o Jonh acha, e fala, que tudo é credo. Desde as comidas, que ele insiste em nao comer, apenas McDonalds, até todo o resto.
Mas a cidade é linda. No nivel da rua e abaixo dele, nas passagens que as vezes parecem labirintos - felizmente existem as placas e setas de direçao. Tudo é feito com proposito e bem realizado e pensado para atividade.
O centro é um gigantesco shopping center. De longe um quarteirao parece normal como qualquer outro, predios diferentes em estilo, dimensao e visual, mas ao se aproximar todos são interligados em uma especie de galeria de compras, conveniencia e diversao. E a Underground City, acessada sempre que uma placa RES(simbolo do metro) aparece, sao corredores que continuam essa atividade, interligando areas de compras e torres de escritorio.
Quem anda nas ruas é gente jovem e cosmopolita com dinheiro para gastar e mostrar. Turistas. Ou senhores em seus trabalhos e atividade. Alegres, educados e com biquinho frances.
Hoje, levados pelos tuneis, fuginfo do calor, conhecemos grande parte do centro. Os Tuneis ainda foram nossa salvaçao...o dia foi fechado, logo começou, pela primeira vez na viagem, a chover.
Por essa e outras faces, Montreal é viva, dinamica e nunca jamais precisa parar devido a chuva e frio/calor.
Conhecemos duas igrejas. So uma aparece nas fotos, a mais importante: Notre Dame du Montreal. Quase nao foi visitada, mas no fim, Jonh ficou na porta por se recusar a pagar para entrar. Ela é belissima, morna devido as incontaveis velas espalhadas nos altares laterais. E o ceu estrelado no altar principal ilumina todo a nave. Separada e diferente da escuridao, uma pequena Sacre Coeur, onde normalmente seria a sacristia surge fria pelo ar condicionado de toda hora e inteira dourada.
Quando saiamos da Catedral começou a chuver. Foi entao que camelamos pelo subterraneo.
Fomos ao Palais du Congress, local das convençoes e esposiçoes principais. E visitamos um pedaço do Muro de Berlim, conservado no World Trade Center Montreal.
Apos uma parada no quarto do hotel e jantamos nas galerias, na rua mais movimentada: Rue Saint Catherine.
Como disse antes, Jonh, Quel e Yitz nao tem internet no quarto, mais nada que uma caminhada pelos tuneis até a Gare Centrale nao resolva.

Daqui a pouco estamos de volta. Desejem-nos sorte, a previsao de tempo fala em chuva até o dia 13, dia do embarque para Washington.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Aonde está o ingles?

Bem diferente das outras cidades visitadas, Montreal tem suas ruas mais cheias, calçadas mais irregulares e o clima de cidade vazia nao existe. É uma grande multidao de cores e etnias diferentes. Segundo Quel e Jonh se assemelha a Paris e Melun. E o frances é a unica lingua no ar. Ingles sumiu para as entrelinhas das placas, quando ainda existe espaço.
Nosso quarto é bem simples mas ao menos é proximo de tudo. O que é ainda mais valioso em pleno verao-aquecimento global.
Já ´jantamos´e vamos conhecer um pouco mais da regiao central amanha.
Nosso hotel nao tem internet como havia previsto. Vamos tentar encontrar outros hotspots.
Estamos bem. Quel e Jonh já contam os dias para o retorno. E o Yitz ainda não encontrou um livro bom e barato para comprar.

Já é de manha e nosso hotspot de internet será durante esses dias a Gare Centrale, ou Estaçao Central. Perto de nosso hotel quente, novamente sem janelas que abrem, e facil de chegar pelas passagens subterraneas da cidade Subterranea.
Beijos e abraços.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Montreal... Cá estamos.

Prevenindo a falta de internet no hotel, enviamos esta mensagem para confirmar nossa chegada as terras francesas de Montreal.
Viagem como sempre tranquila e bela, escolhemos nossos assentos e todos estamos, a proposito.
Beijos e abraços.

Ate mais... Ottawa.

Nos despedimos de Ottawa com um tin tin com a mais nova bebida predileta do Yitz. Canada Dry. Calma gente... Nao é bebida alcoolica, é soda de gengibre. Fizemos nossa refeiçao, apos claro a pedido de Jonh, caçarmos um mcdonalds por toda colina do parlamentos, e pedirmos a nosso colega iraniano uma sanduiche especial.
E apos uma boa noite de sono, tomamos nosso caminho debaixo do sol forte e quase sem vento, mas belo de se ver, até a estaçao. O Yitz chegou a ter vontade de descer até a margem do Rio, nao mais canal, Rideau. Mas... Agora chegamos a estaçao Tremblay, duas horas antes do embarque.
Melhor antes que depois nao é mesmo. Quel lê, Jonh ve filme no brinquedo novo e Yitz fica olhando ao redor.

E a ultima foto.... Mais uma casa com bandeira portuguesa. Nao é tao incomum quanto pensavamos.

No trem, ou quando chegarmos damos noticias.

Torres goticas e coral de sinos.

Ottawa é linda. Nas ruas o tom frances já toma mais seu lugar, afinal estamos na fronteira com Quebec, o estado frances. Mesmo com o calor extremo a cordialidade canadense permanece intacta e os rostos alvos ganham tom, belo de se ver, avermelhado. O caminho até o centro da capital, da nossa residencia estudantil, onde dos poucos moradores parte sao bastante brasileiros, leva um tempinho. As placas falam 1,3km mas o Jonh disse que pelo seu celular sao 3km. Mas o trajeto é belissimo, quase europeu. Com o Rideau Canal, construido a zilhoes de anos em otimo estado de conseevaçao e principal janela da cidade. De longe já se avista os telhados pontiagudos dos predios do Parlamento e do Fairmont Hotel, o mais conhecido e caro da cidade. Sua Majestade se hospeda ali quando passa por aqui.
Pegamos a troca da marcha, o grande motivo de Yitz escolher Ottawa para o roteiro, praticamente no fim. Chegamos mais pra ver um dos membros da Guarda desmaiar no meio do pelotao. E assegurar a caridade do povo, que logo, apos a passada do resto do pelotao, foi ajudar o rapaz gigante. Molharam seu rosto e pescoço e abriram seu paleto. E o principal retiraram o imenso chapeu de penas negras da cabeça dele.
Na multidao que olhava, ainda encontramos uma paulista que disse ter por ali só brasileiros.
Fizemos um tour guiado pelo predio central do Parlamento, conhecemos sua historia e como funciona o sistema politico do país. E o mais belo, a importancia, consideraçao e respeito perante Sua Majestade e a Familia Real Britanica. O amor a Rainha Vitoria esta em todo lugar. Fora em seu mandato que Canada se tornou pais e Ottawa sua capital.
Agora, de vooolta ao quarto do hotel, compramos mais sanduiches do nosso novo colega iraniano e já nos despediremos da bela capital da historia e universidades. Quel gostou bastante daqui, gostaria de estudar aqui.
Alias, encontramos uma Igreja exclusiva para a comunidade portuguesa. Em otima locaçao.
Abraços e beijos.
Amanha partiremos para Montreal, nossa ultima parada.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ottawa, calor e suor.

Chegamos! Com mais de uma hora de atraso, todos suamos, mas estamos em Ottawa. Onde o frances já toma o primeiro lugar nas placas e a sensaçao termica em pleno campo arborizado é quase uma 25 de março. Culpo as malas.
Apos andarmos um bocado, atravessarmos uma ponta de ferro para pedestres e passarmos por dois campus universitarios, chegamos a Saint Paul University Residence. Pingando de suor encontramos um verdadeiro apartamento.
Estamos bem e prontos para comer algo pela primeira vez no dia.

terça-feira, 6 de julho de 2010

estamos no caminho

Deu nas noticias que as temperaturas por aqui estão proximas a bater recordes. E arrastar as malas pelas ruas de Toronto foi bem ´atletico´, até mesmo para os padroes canadenses. Fez todos pensarem que quanto mais bagagem nem sempre é melhor.
Nao tivemos problemas para embarcar no trem, todos sao organizados e prestativos. Até mesmo um jovem meio locão tentou conversar com o Jonh...
Entramos no trem. No ultimo vagao, e em nossa homenagem. O calor esta extravasando o ar condicionado. Alguns passageiros até comentaram que em um dia normal, faz tanto frio dentro dos trens que usam jalecos pesados.
A paisagem lá de fora é bem tipica daqueles filmes e seriados americanos. Casas de enormes jardins em meio a um vasto campo de colheita. Quando passamos pela margem do Lago Ontario nos pareceu o mar de tao infindo. Nao se ve nada alem de agua sem ondas.
O Jonh passa toda a viagem com fones, a Quel já dormiu e agora tenta ler seu livro, e o Yitz cochilou e aprecia a vista.
Agora estamos parados na saida da estaçao de Brockville, onde pintaram a parede da estaçao com referencias historicas, como a primeira chegada da entao Princesa Elizabeth com o Duque de Edimburgo, a mais de 60 anos atras.
O trem parou do nada e pelo informado, devido a irregularidades na ferrovia causadas pelo calor extremo e incomum.
E o calor ainda complica mais. A partir de agora, quando retornarmos o caminho, passaremos de 95 milhas por hora, para 60. Isso, segunda a operadora francesa, se aplica a todos os comboios.
Viva aquecimento global, entao.
Pelo menos temos internet no vagao.

Partindo

Apos uma noite com sensaçao termina nas ruas de 40 graus, nao posso imaginar no nosso quarto, agora já é manha e temos de nos apressar, arrumar a mala, para pegar o trem para Ottawa.
Quando chegarmos voltamos a nos comunicar.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Niagara Falls

Galera, hoje fomos mais longe. Para 120km ao sudeste de Toronto.
Pela manha chegou a parecer que iriam ter mais um dia em Little Portugal, o que animou a Quel. Porem mesmo depois de terem nos recusado o carro na locadora onde Jonh tinha feito a reserva... Um arabe-indiano que mal falava o ingles nos alugou um Toyota Matrix... para a alegria de Jonh, que a principio estranhou o cambio automatico, mas logo pegou o jeito.
A auto estrada é boa. Sem buracos, as unicas falhas no asfalta estava na separaçao de novos e antigos. E a presença da Familia Real Britanica se mostra mais uma vez. O nome das autoestradas: Queen Elizabeth, esta nos tomamos, e King´s Way. Alem do mais a Coroa esta toda parte, nos monumentos e até na placa dos carros de Ontario.
O caminho até Niagara foi tranquilo... Teve até lentidao. Explicada pelas obras. E a vista das Cataratas é impressionante. De fato, como a primeira-dama Roosevelt disse: ´Comparada a Iguaçu, Niagara é apenas uma torneirinha.´
Mas mesmo assim vale a pena a visita. A infra estrutura é pensada e mesmo em uma dia movimentado como hoje, da conta do recado e ainda sobra. O centro de visitantes parece um grande shopping center.. Com restaurantes e muuuuuitas lojas de lembranças.
Comemos... novamente... lanche e fizemos algumas comprinhas.
Mas o ruim... Desde Toronto até aqui e por todo o dia.. É o calor. Chegou a fazer 37 graus mas a sensaçao era de 40. Nao que isso impedisse os arabes a fazer sua preces em pleno parque publico.
Na volta passamos, na verdade só olhamos a praia da cidade de Burlington. O Yitz queria molhar os pés e até mais... Mas ninguem mais quis. Nada de diferente. Entao voltamos para o calor do carro.
Nas muitas autoestradas chegamos a nos perder... mas nao foi dificil encontrarmos o caminho. Há obras por toda parte, casas, vilas, centros comerciais e infra estrutura.
E entao... Ouvindo a radio portuguesa, com uma senhora a dizer que gosta de comer chocolate mas nao de gente chocolate logo apos contar sobre uma conhecida que exagerou no sol forte e ficou toda queimada, Encontramos Toronto com o transito complicado.
Os farois estavam desligado e segundo o radio o metro havia parado de funcionar. Mas nada que a educaçao canadense revelada a toda hora nao de seu jeito. Os cruzamentos se transformaram em palcos de uma dança de licenças e permitidas. O pedestre ainda era o personagem principal. Teve um episodio interessante. Em pleno centro, todos vestidos para o trabalho, uma mulher de terno e saia deixou a calçada e foi para o meio do cruzamento para coordenar o trafego. Os passantes tiravaç foto e filmavam. Estava fazendo a sua parte.
Devolvemos o carro e ainda sete da noite o sol esta fortissimo. Vamos tomar nosso banho e aproveitar nossa ultima noite em Toronto.
Amanha: Partida para Ottawa.