quinta-feira, 30 de junho de 2011

O nível mais baixo da terra.

Uma média de 300 metro abaixo do nível do mar. Contagem contada meticulosamente por esculturas e mosaicos nas rochas do deserto da Judeia, seja na descida ou na subida do Mar Morto. Um lugar que de Morto só tem o nome. Pois passada a impressao do deserto inóspito o esforço israelense é visto por toda a parte, grandes planicies de Tamareiras e outros alimentos com a muldialmente conhecida irrigaçao por gotejamento. A dimensao do Mar, que mesmo sem nunca perder as montanhas da Jordania esmurecidas no horizonte impresiona por sua dimensao, e a imponencia das montanhas de rocha que pela erosao dão asas a imaginaçao. Como nuvens, se observa formas e mundos.
Porém o ponto principal de certo foi o banho, ou quase isso, pois nao se afunda. Flutua-se como penas em uma agua nem fria e nem quente; no ponto certo. Uma sensaçao de que a pele estivesse em um banho de creme sem fim. Pois sair dali ninguem quer, as rochas quente fazem todos subir o morro correndo quando se esta descalço e se esperimentar a agua, aguenta!
Uma passada por toda a extensao do Mar, almoço em Arad, já nos niveis normais do país, e um fim de tarde emocionante no Yad Vashem, o Museu de lembrança ao Holocausto. Algo profundo e singelo ao mesmo tempo. Algo que assim como tudo neste pequeno pedaço de mundo é mesurado, criado e recriado para alcançar a excelência. Não existe meios termos ou meras contentaçoes.
Amanha vamos ao Norte. Para longe do Deserto, vamos para os vales da Galiléia.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Jerusalem

Talvez só encontre uma palavra para simbolizar a cidade velha de Jerusalem: Magica.
Antes do muro visitamos o Garden Tomb, Jardim do Túmulo onde por indícios do tempo bizantino seria o local da cruxificaçao e sepultamento de Jesus Cristo, conhecemos tudo com a ajuda de um guia espanhol e seu grupo de brasileiros que nos aceitou.
Adentramos as muralhas pelo quarteirao mulçumano onde todos queria ajudar, mas nunca de graça, ganhar algo sempre evidentemente. Logo aprende-se a saber esquivar-se das espertezas contra os turistas. Pontos na Via Dolorosa como o tanque de Bethesda, a Igreja da Flagelaçao e por fim a belissima Igreja do Santo Sepulcro com sua sobreposiçao de épocas, escolas e eras contamina a todos com um ar místico.
Passamos pelas muitas ruas e pequenas vielas por quais os turistas e os moradores são disputados no grito e na melhor escola de negócios do universo: a pechincha.
Passado os quarteiroes cristao e armenio, rumo ao Muro das Lamentaçoes, Kotel, as ruas se tornam mais limpas com um ar sereno.
Mas a sensaçao do tocar da rocha no Muro e a dimensão de todo esse mundo milenar surpreende e engolfa qualquer um.

Aproveitamos outras partes da cidade, mas o toque das rochas torna o resto quase irrelevante.

Amanha... Mar Morto

terça-feira, 28 de junho de 2011

Saidinha da noite

A temperatura caiu, e a mesa brisa que chega por vezes a ter cara de vento maritimo refresca o entardecer e toda a noite. Depois de uma caminhada a busca de papel higienico, onde encontramos uma chilena, fomos comer. Onde? Mc.
A foto diz tudo.
Já é cedo e nos aprontamos para seguir para a cidade velha, a cidade santa ou simplesmente a cidade dos Reis.

Old Yafo, praia e muito sol.

Além de cosmopolita e completa em todos os sentidos, Tel Aviv procura sempre manter sua historia viva. Seja pela sempre busca de firmar a legitimidade da presença ancestral israelita na região ou simplesmente por manter viva a historia de todos que já viveram aqui. No Museu Eretz Yisrael, ou Terra de Israel encontra-se desde por meio de reliquias desde a historia da ceramica, do vidro e correios de Israel até um campo de escavaçoes a ceu aberto, do século 11 seria a cidade portuaria. Um belo museu e uma otima e quase viciante lojinha de souvenir.
Partimos para o centro, para comer e conhecer o grande, REALMENTE IMENSA, rodoviaria central. Uma 25 de março a seu aberto com vendedores empolgador e enfurecidos qdo a venda nao se realizava.
Depois de comer coxas de frango ao ceu livre e com sobras devoradas pelos gatos da vizinhança, mas esnobadas por um velho dog, fomos a old Yafo, o pequeno morro com Sinagogas, Mesquitas e a belissima Igreja de S.Pedro. Uma passada na badalada praia, apenas Papai entrou na água, e pé na estrada.
Jerusalem é uma mistura de um perfil monocromático pelas vestimentas ortodoxas, o burburinho das calçadas apiadas de moradores e turistas e nada de presença triligue. Apenas hebraico e árabe.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Beit Immanuel

Tivemos um belo café da manha. Muito iogurte e frutas.
Deixamos agora o Beit Immamuel para conhecer a cidade.

Dizengoff, e o mais do que costumeiro, nossa companhia de viagem - McDonalds.

Já era noite quando deixamos a Beit Immamuel para comer algo, em nossa bolha demos voltas e mais voltas a procura de uma vaga. A cidade Branca, a cidade Bauhaus é boemia e muito viva. Uma boa pedida a quem aproveita mais a vida noturna. Apos uma longa caminhada rumo ao famoso Dizengoff Center, vimos e sentimos a vibe do lugar vitima de um dos mais conhecidos atentados suicidas no centro de TLV. Jantamos no comum Mc, porem longe de ser bilingue. Torcemos os idiomas, hamburgueres diferentes surgiram mas enchemos a pança. Corremos para chegar ao hotel antes do toque de recolher do mesmo, as 23. Chegamos na pinta.

Tel aviv... Chegamos

O voo da ElAl talvez nao tenha sido como esperavamos, com musica e gente bastante alegre. Mas até amizades foram feitas e em um calor de deserto estamos no Beit Immanuel, nossa casa por essa noite.
Sairemos agora, já de noite, para comer algo e sentir a brisa do mediterraneo

Barajas...

Estamos em solo madrilenho. Apos um voo tranquilo repleto de orientais excentricos e irreverentes, estamos aqui. Bem e no aguardo do voo rumo a Tel Aviv.

sábado, 11 de junho de 2011

quase na hora

Novo roteiro, novos destinos e muita chance de improvisos e imprevistos. Afinal, essa é a graça da aventura não é mesmo? Desta vez iremos NOS3+PAI, seremos quatro para aproveitar e quem sabe conseguir lidar com as manobras do caminhos.
Estamos nos preparando, duas semanas a contar de amanha.

Primeira parada...
LA LONGE DE CASA em... HOLYLAND