Uma média de 300 metro abaixo do nível do mar. Contagem contada meticulosamente por esculturas e mosaicos nas rochas do deserto da Judeia, seja na descida ou na subida do Mar Morto. Um lugar que de Morto só tem o nome. Pois passada a impressao do deserto inóspito o esforço israelense é visto por toda a parte, grandes planicies de Tamareiras e outros alimentos com a muldialmente conhecida irrigaçao por gotejamento. A dimensao do Mar, que mesmo sem nunca perder as montanhas da Jordania esmurecidas no horizonte impresiona por sua dimensao, e a imponencia das montanhas de rocha que pela erosao dão asas a imaginaçao. Como nuvens, se observa formas e mundos.
Porém o ponto principal de certo foi o banho, ou quase isso, pois nao se afunda. Flutua-se como penas em uma agua nem fria e nem quente; no ponto certo. Uma sensaçao de que a pele estivesse em um banho de creme sem fim. Pois sair dali ninguem quer, as rochas quente fazem todos subir o morro correndo quando se esta descalço e se esperimentar a agua, aguenta!
Uma passada por toda a extensao do Mar, almoço em Arad, já nos niveis normais do país, e um fim de tarde emocionante no Yad Vashem, o Museu de lembrança ao Holocausto. Algo profundo e singelo ao mesmo tempo. Algo que assim como tudo neste pequeno pedaço de mundo é mesurado, criado e recriado para alcançar a excelência. Não existe meios termos ou meras contentaçoes.
Amanha vamos ao Norte. Para longe do Deserto, vamos para os vales da Galiléia.





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