Antes do muro visitamos o Garden Tomb, Jardim do Túmulo onde por indícios do tempo bizantino seria o local da cruxificaçao e sepultamento de Jesus Cristo, conhecemos tudo com a ajuda de um guia espanhol e seu grupo de brasileiros que nos aceitou.
Adentramos as muralhas pelo quarteirao mulçumano onde todos queria ajudar, mas nunca de graça, ganhar algo sempre evidentemente. Logo aprende-se a saber esquivar-se das espertezas contra os turistas. Pontos na Via Dolorosa como o tanque de Bethesda, a Igreja da Flagelaçao e por fim a belissima Igreja do Santo Sepulcro com sua sobreposiçao de épocas, escolas e eras contamina a todos com um ar místico.
Passamos pelas muitas ruas e pequenas vielas por quais os turistas e os moradores são disputados no grito e na melhor escola de negócios do universo: a pechincha.
Passado os quarteiroes cristao e armenio, rumo ao Muro das Lamentaçoes, Kotel, as ruas se tornam mais limpas com um ar sereno.
Mas a sensaçao do tocar da rocha no Muro e a dimensão de todo esse mundo milenar surpreende e engolfa qualquer um.
Aproveitamos outras partes da cidade, mas o toque das rochas torna o resto quase irrelevante.
Amanha... Mar Morto






Foi muito bom ouvir tua voz, ITZ. A cada dia posso viajar com voces, é uma sensação incrivel... Magia pura! Com saudades, beijinhos, amo voces.
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